Canavieiras: Após suposta quebra de palavra, o leite azedou para o prefeito no confronto com a APLB

Conhecido como polêmico e auto declarado bolo doido, bicho solto e caveirão, o prefeito de Canavieiras, Clóvis Almeida (PROS), parece ter comprado uma briga indigesta com o núcleo sindical da APLB, representante dos servidores da educação municipal.

A APLB deliberou uma série de ações de luta e enfrentamento para combater supostas decisões unilaterais do prefeito no que diz respeito ao destino das verbas do FUNDEB. Depois de muito insistir os professores finalmente conseguiram uma audiência com o Bolo Doido e após diálogo, o gestor teria prometido criar um projeto de lei para o rateio dos recursos carimbados, porém em sua Live semanal, o chefe do executivo ignorou sua promessa e comunicou uma decisão diferente do acordo firmado.

A atitude, teoricamente, contraditória e desrespeitosa pegou os servidores de surpresa e despertou a ira dos representantes da classe, gerando uma enxurrada de manifestações nas redes sociais, caracterizando repúdio ao comportamento do alcaide.

Em resposta às manifestações e cobranças dos professores e demais servidores, Almeida, usou seu perfil pessoal no facebook para, supostamente, rebater os protestos e como de costume fez uso de suas conhecidas palavras de ataque, classificando os autores como “imbecis e estrumes” . Confira:

As ofensas proferidas pelo mandatário da cidade causaram indignação na população em geral e todos segmentos se manifestaram.

Nadja Nara, Ex-Secretária de Educação do Governo Ser Humano, fez uso de sua página para expressar sua opinião de forma contundente e categórica. Confira:

O Primeiro Suplente de vereador, Franklin Silva (PTB), fez uma pequena entrevista com o Ex-Prefeito, Zairo Loureiro (DEM), considerado o patrono da valorização da Educação Municipal e rapidamente viralizou na cidade.

A APLB ocupou os perfis de seus membros com um card de resistência e Luta

Em print de um aplicativo de mensagens, atribuído ao grupo da APLB, um integrante alega que o parecer do TCM, usado como justificativa pelo prefeito para não cumprir o acordo em uma nota técnica emitida e assinada pela autoridade máxima municipal, jamais foi encontrado e que ao que tudo indica, trata-se de um documento inexistente.

É sabido de todos que o gestor, Clóvis Almeida, vem cavando atrito e desgaste com os trabalhadores da educação, ao tentar de várias maneiras mexer no plano de cargos e salários dos mesmos, bem como remover a pasta do seu prédio atual para um lugar que, até o momento só existe no imaginário do prefeito.

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