Canavieiras: Secretário de Cultura tem histórico de ofensas, agressões verbais e coleciona sentenças. (Veja os documentos)

No que pareceu ser uma tentativa de intimidação, o Secretário de Cultura, José Amorim Cruz, usou de suas redes sociais, para acusar, ofender e atacar um funcionário público que ele classifica como preguiçoso e problemático, tudo isso sem citar nome, como pede as regras da hombridade humana.

A atitude do Secretário, não é novidade, pois o mesmo já respondeu e até foi sentenciado a pagar o valor de R$ 1.500,00 (Mil e Quinhentos Reais) por danos morais a uma servidora pública municipal, após agredi-la verbalmente, na frente de diversas pessoas, chamando-a de preguiçosa e vagabunda. Confira a Sentença e o termo de ocorrência:

Intimidações e ameaças parecem ser atributos comuns da conduta do ilustre Secretário, pois, também respondeu a uma ação movida por um comerciante em Eunápolis, depois de ter ameaçado de morte, bem como tocar fogo no estabelecimento da vítima. Na ocasião, o atual chefe da cultura canavieirense foi sentenciado a pagar a quantia de R$ 937,00 (Novecentos e trinta e sete reais), Salário mínimo da época, em 4 parcelas de R$ 234,25 (duzentos e trinta e quatro reais e vinte centavos). Confira a sentença e o termo de ocorrência:

Nem só de agressões, ameaças e intimidações vive o representante cultural do Governo +Humano, há também um processo, julgado procedente, no qual o acusado foi sentenciado a pagar a importância de R$ 378,92 (trezentos e setenta e oito e noventa e noventa e dois centavos) para um comerciante local que não havia recebido o pagamento das compras efetuadas pelo réu. Confira os documentos:

Consta ainda no currículo do Secretário, uma ação movida por uma paciente, que buscava tratamento de quimioterapia e, segundo os autos do processo, foi maltratada, humilhada e agredida verbalmente pelo réu, na época responsável pela regulação, bem como teve que ouvir dentre outros absurdos as seguintes frases: “cada um tem o que merece” e “A senhora deve é morrer de câncer mesmo”. Após uma batalha judicial as partes entraram em acordo e ficou decidido que o acusado iria efetuar o pagamento de R$ 1.356,00 (Mil Trezentos e cinquenta e seis reais) divididos em 3 parcelas de R$ 452,00 (Quatrocentos e cinquenta e dois reais). Porém após pagamento das primeiras parcelas, o mesmo, descumpriu o acordo, sendo submetido a penhora de seus vencimentos. Após quitação do débito a ação foi extinta. Confira os documentos:

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