Desculpa esfarrapada: Prefeito de Canavieiras promove grave insinuação e parece culpar pai de deputado pela rejeição das contas de 2019

Como de costume, Clóvis Almeida (PROS), mais uma vez fez o que, aparentemente, faz de melhor: responsabilizar a oposição ou as instituições democráticas pelos erros e as supostas irregularidades que recheiam seu governo.

Após na última terça-feira, 08 de fevereiro, ver sua conta do exercício de 2019, ser mantida como reprovada, Almeida usou sua Live semanal, quarta-feira, 09 de fevereiro, para buscar um culpado pela rejeição das anomalias apontadas em sua administração. Aparentemente desesperado, o bolo doido (autointitulado), insinuou que relator do processo, Mário Negromonte, emitiu o parecer pela desaprovação devido ser pai do Deputado Mário Negromonte Júnior e o mesmo ser ligado ao candidato da oposição no último pleito municipal. O parlamentar foi apoiado na última eleição por Edmar Luz.

O Mandatário da cidade só não explicou que o conselheiro em questão apenas manteve o parecer prévio do antigo relator, Paolo Marcondi, visto que segundo sua decisão nada de novo foi apresentado na defesa, não justificando assim, revisão do voto. Veja o vídeo do ataque de Almeida:

Parece que o Chefe do executivo tem problemas com o TCM-BA, visto que sobre o suposto sequestro das contas de 2018 o gestor afirmou que foi o tribunal que errou e não ele que retirou uma correspondência no correio, mesmo sendo endereçada ao Presidente da Câmara, Clery Costa (PROS), seu fiel escudeiro.

Mas nem sempre o Bicho Solto (autointitulado) se comporta assim, após recente aprovação, com ressalvas, das contas de 2020, o chefe do executivo que já tinha dito não se importar com rejeição das contas porque não deixava mais ninguém inelegível, tratou de comemorar, soltar fogos e promover uma chuva de postagem de seus cargos de confiança e comissionados.

Embora aprovada, umas das ressalvas do parecer técnico do tribunal faz alusão ao trabalho ineficiente da controladoria Interna do munícipio que tem como chefe da pasta o contador Maurício Kruschewsky.

Quando reprova é perseguição, erro do tribunal ou fator político e quando aprovada é o que? Ao que tudo indica, na cabeça do gestor, só é errado se não for favorável a ele.

Aguardemos cenas dos próximos capítulos…

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